Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Segui o amor, e procurai com zelo os dons espirituais (1ª Coríntios 14:1).
Favor ler 1ª Coríntios 14: 1-19
Muitos se queixam da fraqueza atual devida à ausência de dons nas igrejas. Mas será que estas pessoas os procuram intensamente como o versículo 1 nos instrui a fazer? O Senhor talvez tenha um dom para dar a você, mas Ele espera que haja um grande desejo em seu coração para recebê-lo. Peça-o... juntamente com a humildade que impedirá que você se vanglorie desse dom que não é para uso próprio, mas “para a edificação da igreja” (v.12). Os coríntios usavam seus dons simplesmente para a autoglorificação, resultando num caos total. O apóstolo esclarece a questão, mostrando-lhes que o dom do qual mais eles se vangloriavam – o de línguas - na verdade era um dos menos importantes (v.5). Ao contrário, o dom de particularmente desejável, pois “o que profetiza, fala aos homens, edificando, exortando e consolando” (v.13).
O versículo 15 nos fala que, tanto para orar como para cantar, é necessário usar nossa inteligência. Freqüentemente nos distraímos na presença do Senhor, quando deveríamos pensar bem antes de expressar algo diante de Deus. Meditemos em quão sério é estar diante do Deus Criador de todas as coisas.
Texto áureo: Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz
(1ª Corintios 14:33).
Favor ler 1ª Coríntios 14:20-40
O dom de línguas foi dado para a evangelização, não para a edificação da Igreja. “Edificação” é a palavra-chave deste capítulo, o que deve motivar todas as ações. Será que aquilo que eu me proponho a fazer ou dizer é realmente para o bem dos meus irmãos? (Efésios 4:29). Além disso, se eu realmente tenho em vista o bem dos outros, sempre encontrarei uma bênção para mim mesmo. Se, pelo contrário, eu pensar somente nos meus interesses ou em minha própria glória, tudo se perderá (1ª Corintios 3:15). Duas outras condições regem a vida da Igreja: a ordem e a decência (v.40). São as duas mensagens entre as quais o fluir do Espírito Santo deve estar contido. Elas impõem regras práticas relativas ao bom senso (vv.26-33) ou à ordem divina (vv.34-35). O apóstolo não quer que os corintios sejam ignorantes (12:1). Contudo, se alguém negligencia o aprendizado das coisas relativas à igreja, pois bem!, que continue ignorante (v.38). Deus é um Deus de paz (v.33) e quer que a Igreja, em resposta à Sua própria natureza, seja o lugar ao qual se possam levar os inconversos, e onde estes reconheçam Sua presença (vv. 24-25).
BOA SEMENTE 2000 10
Favor ler 1ª Coríntios 14: 1-19
Muitos se queixam da fraqueza atual devida à ausência de dons nas igrejas. Mas será que estas pessoas os procuram intensamente como o versículo 1 nos instrui a fazer? O Senhor talvez tenha um dom para dar a você, mas Ele espera que haja um grande desejo em seu coração para recebê-lo. Peça-o... juntamente com a humildade que impedirá que você se vanglorie desse dom que não é para uso próprio, mas “para a edificação da igreja” (v.12). Os coríntios usavam seus dons simplesmente para a autoglorificação, resultando num caos total. O apóstolo esclarece a questão, mostrando-lhes que o dom do qual mais eles se vangloriavam – o de línguas - na verdade era um dos menos importantes (v.5). Ao contrário, o dom de particularmente desejável, pois “o que profetiza, fala aos homens, edificando, exortando e consolando” (v.13).
O versículo 15 nos fala que, tanto para orar como para cantar, é necessário usar nossa inteligência. Freqüentemente nos distraímos na presença do Senhor, quando deveríamos pensar bem antes de expressar algo diante de Deus. Meditemos em quão sério é estar diante do Deus Criador de todas as coisas.
Texto áureo: Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz
(1ª Corintios 14:33).
Favor ler 1ª Coríntios 14:20-40
O dom de línguas foi dado para a evangelização, não para a edificação da Igreja. “Edificação” é a palavra-chave deste capítulo, o que deve motivar todas as ações. Será que aquilo que eu me proponho a fazer ou dizer é realmente para o bem dos meus irmãos? (Efésios 4:29). Além disso, se eu realmente tenho em vista o bem dos outros, sempre encontrarei uma bênção para mim mesmo. Se, pelo contrário, eu pensar somente nos meus interesses ou em minha própria glória, tudo se perderá (1ª Corintios 3:15). Duas outras condições regem a vida da Igreja: a ordem e a decência (v.40). São as duas mensagens entre as quais o fluir do Espírito Santo deve estar contido. Elas impõem regras práticas relativas ao bom senso (vv.26-33) ou à ordem divina (vv.34-35). O apóstolo não quer que os corintios sejam ignorantes (12:1). Contudo, se alguém negligencia o aprendizado das coisas relativas à igreja, pois bem!, que continue ignorante (v.38). Deus é um Deus de paz (v.33) e quer que a Igreja, em resposta à Sua própria natureza, seja o lugar ao qual se possam levar os inconversos, e onde estes reconheçam Sua presença (vv. 24-25).
BOA SEMENTE 2000 10