Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens
(1ªCoríntios 15:19).
Favor ler 1ª Coríntios 15:1-19
Ainda havia uma séria questão a resolver: algumas pessoas em Corinto negavam a ressurreição. Paulo prova que é impossível tocar nesta doutrina sem derrubar toda a estrutura da fé cristã. Se a ressurreição não existe, o próprio Jesus não ressuscitou; Sua obra não recebeu a aprovação de Deus; a morte não foi vencida, e nós permanecemos em nossos pecados. Conseqüentemente, o Evangelho não tem sentido algum, e a nossa fé é vã. A vida cristã de renúncia e santificação torna-se um absurdo e, de todos os homens, o crente é o mais digno de pena. Bendito seja Deus, pois este não é o caso: “O Senhor ressuscitou!”.(Lucas 24:34). Confrontados com a importância desta verdade, compreendemos por que Deus tomou tanto cuidado para estabelecê-la. Primeiramente pelas Escrituras (vv.34); depois através de testemunhas acima de quaisquer suspeitas: Cefas (Simão Pedro), Tiago e o próprio Paulo; e não somente esses, mas também outros quinhentos irmãos. E, sem dúvida nenhuma, muitos dos nossos leitores, mesmo não O havendo visto com os próprios olhos, têm experimentado que seu Redentor vive (Jó 19:25)
Texto áureo: Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo Ele as primícias dos que dormem
(1ªCoríntios 15:20).
Favor ler 1ª Coríntios 15:20-34
O Cristo ressurreto precedeu os crentes “que dormem” e que ressuscitarão quando Ele vier. Os outros mortos somente serão “vivificados” depois, quando tiverem de comparecer perante ao trono de juízo (Apocalipse 20:12). Então “todas as cousas” estarão definitivamente sujeitas a Cristo (v.28).
Tendo fechado o glorioso parênteses dos versículos 20 a 28, o apóstolo mostra nos versículos 30 e 32 como o fato de crê ou não crer na existência de uma vida futura determina o comportamento de todos os homens, a começar pelo seu. Quantas pessoas infelizes existem cuja religião se resume a estas palavras: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”? (v.32). Elas tentam convencer a si mesmas de que não existe nada além da sepultura, para poderem aproveitar sem nenhum impedimento sua breve existência “como brutos irracionais” (2ª Pedro 2:12). Mas, com relação ao crente, sua fé deve mantê-lo alerta (v.34), preservá-lo de associar-se a companhias perigosas (v.33; ateus 24:49). Que a companhia do Senhor e do Seu povo nos sejam suficientes até que Ele venha!
BOA SEMENTE 2000 11
(1ªCoríntios 15:19).
Favor ler 1ª Coríntios 15:1-19
Ainda havia uma séria questão a resolver: algumas pessoas em Corinto negavam a ressurreição. Paulo prova que é impossível tocar nesta doutrina sem derrubar toda a estrutura da fé cristã. Se a ressurreição não existe, o próprio Jesus não ressuscitou; Sua obra não recebeu a aprovação de Deus; a morte não foi vencida, e nós permanecemos em nossos pecados. Conseqüentemente, o Evangelho não tem sentido algum, e a nossa fé é vã. A vida cristã de renúncia e santificação torna-se um absurdo e, de todos os homens, o crente é o mais digno de pena. Bendito seja Deus, pois este não é o caso: “O Senhor ressuscitou!”.(Lucas 24:34). Confrontados com a importância desta verdade, compreendemos por que Deus tomou tanto cuidado para estabelecê-la. Primeiramente pelas Escrituras (vv.34); depois através de testemunhas acima de quaisquer suspeitas: Cefas (Simão Pedro), Tiago e o próprio Paulo; e não somente esses, mas também outros quinhentos irmãos. E, sem dúvida nenhuma, muitos dos nossos leitores, mesmo não O havendo visto com os próprios olhos, têm experimentado que seu Redentor vive (Jó 19:25)
Texto áureo: Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo Ele as primícias dos que dormem
(1ªCoríntios 15:20).
Favor ler 1ª Coríntios 15:20-34
O Cristo ressurreto precedeu os crentes “que dormem” e que ressuscitarão quando Ele vier. Os outros mortos somente serão “vivificados” depois, quando tiverem de comparecer perante ao trono de juízo (Apocalipse 20:12). Então “todas as cousas” estarão definitivamente sujeitas a Cristo (v.28).
Tendo fechado o glorioso parênteses dos versículos 20 a 28, o apóstolo mostra nos versículos 30 e 32 como o fato de crê ou não crer na existência de uma vida futura determina o comportamento de todos os homens, a começar pelo seu. Quantas pessoas infelizes existem cuja religião se resume a estas palavras: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”? (v.32). Elas tentam convencer a si mesmas de que não existe nada além da sepultura, para poderem aproveitar sem nenhum impedimento sua breve existência “como brutos irracionais” (2ª Pedro 2:12). Mas, com relação ao crente, sua fé deve mantê-lo alerta (v.34), preservá-lo de associar-se a companhias perigosas (v.33; ateus 24:49). Que a companhia do Senhor e do Seu povo nos sejam suficientes até que Ele venha!
BOA SEMENTE 2000 11