Tuesday, October 03, 2006

 

MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO

Texto áureo: É Ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar aos que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus
(2ª Coríntios 1:4).
Favor ler 2ª Coríntios 1:1-11.

O apóstolo Paulo não havia escrito a primeira carta aos coríntios como um crítico ou severo juiz. Ele mesmo tinha sido humilhado e perturbado pelas notícias recebidas desta igreja e, ainda mais, pois elas haviam chegado em um momento de extrema aflição na cidade de Éfeso, na qual ele tinha muitos adversários (v,8; e 1ª Cor. 16:9). Porém, tanta tribulação ainda pode ser motivo de dar graças , pois produz uma dupla e preciosa conseqüência. Primeiramente, faz o crente perder toda a autoconfiança (v.9). Em segundo lugar, leva-o a entrar nas profundezas das simpatias do Senhor. A abundancia de sofrimentos revelou ao apóstolo a abundância de consolação (v.5). A consolação é sempre pessoal, mas aquele que é consolado pode compartilhar das dores dos outros e exercer genuína simpatia por eles. O fato de haver passado pelas provas com o sustento do senhor qualifica o crente a falar aos que estão aflitos e dirigir-lhes os ao “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda a consolação!” (v.3).

Texto áureo: Fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança (Efésios 13-14).


Favor ler 2ª Coríntios 1: 12-24.

Não era costume de Paulo dizer sim e pensar não (v.17). Os coríntios podiam confiar nele: não havia no apostolo nenhum traço de dissimulação, e ele dava prova de sua sinceridade tanto nos seus atos e no seu cotidiano com na pregação de um Evangelho falsificado (2:17; 4:2). Quão importante isso é! Se um filho de Deus falta com a verdade, os que o observam podem até mesmo pôr em dúvida a Palavra de Deus. Paulo manifestava absoluta retidão tanto em suas relações com o mundo como em suas relações com outros cristãos (v. 12). Afinal, ele não era o mensageiro dAquele que é “o Amem, a testemunha fiel e verdadeira” o Fiador de todas as promessas de Deus? (20: Apocalipse 3:14).
Os versículos 21 e 22 nos fazem recordar de três características do dom do Espírito Santo: através dEle, Deus nos “ungiu”, ou, em outras palavras, nos marcou como Sua possessão. Finalmente, Ele nos “deu o penhor” de nossa herança celestial, ao nos conceder ao mesmo tempo uma prova inicial dessa realidade e meio para dela desfrutar desde já “em nossos corações”.

BOA SEMENTE 2000 14

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