Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós (2ª Corintios 4:7).
Favor ler 2ª Coríntios 4: 1-15)
Como o apóstolo, será que nós já “rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam”? (v.2). O Coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A “glória de Deus na face de Cristo” (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro – Paulo – estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro – a vida de Cristo nele – fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.
Texto áureo: Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo (2ª Corintios 5:10).
Favor ler 2ª Coríntios 4:16-18 e 5:1-10
Quando cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o “nosso homem exterior”!(v.16). Que bom seria se o “nosso homem interior”! Fosse tão bem tratado como o exterior! O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, se nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando “por fé” e não por vista (v.7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v.5). Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16). A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! Nossa salvação esta assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, “ bem ou o mal”, e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.
BOA SEMENTE 2000 16
Favor ler 2ª Coríntios 4: 1-15)
Como o apóstolo, será que nós já “rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam”? (v.2). O Coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A “glória de Deus na face de Cristo” (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro – Paulo – estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro – a vida de Cristo nele – fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.
Texto áureo: Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo (2ª Corintios 5:10).
Favor ler 2ª Coríntios 4:16-18 e 5:1-10
Quando cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o “nosso homem exterior”!(v.16). Que bom seria se o “nosso homem interior”! Fosse tão bem tratado como o exterior! O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, se nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando “por fé” e não por vista (v.7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v.5). Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16). A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! Nossa salvação esta assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, “ bem ou o mal”, e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.
BOA SEMENTE 2000 16