Tuesday, October 03, 2006

 

MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO

Texto áureo: Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que pela sua pobreza vos tornásseis ricos (2ª Coríntios 8:9).

Favor ler 2ª Coríntios 8:9-24

O que era o amor dos macedônios comparado ao supremo exemplo de “nosso Senhor Jesus Cristo”? Eles não haviam escolhido “sua profunda pobreza”(v.2). Mas Ele, “herdeiro de todas as cousas” (Hebreus 1:2), voluntariamente se fez pobre, deixando as glórias celestiais para nascer em um estábulo, não tendo nem mesmo onde reclinar a cabeça (v.9; Salmo 40:17 e 41:1; Lucas 9:58). E para quê? Para enriquecer-nos com essas mesmas glórias e fazer de nós Seus co-herdeiros. Adorável mistério da graça. Os coríntios não levaram a cabo seu louvável desejo de ajudar as igrejas. O apóstolo Lhes escreve que o desejo deles era bom, mas a ação era ainda melhor... Freqüentemente nossas boas intenções... permanecem apenas intenções: quere oferecer uma Bíblia ou um calendário bíblico, querer visitar uma pessoa doente, querer prestar um pequeno serviço a alguém... Que Deus nos dê a mesma prontidão tanto para querer como para fazer (vv.11-12). É Ele quem produz um e outro em nós, “segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13), mas a demora entre o movimento do coração e o da mão provém de nossa própria negligência.
A preocupação do apóstolo Paulo era a de se guardar não somente de toda a desonestidade, mas também de toda a aparência do mal diante dos olhos dos homens.

Texto áureo: Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra (2ª Coríntios 9:8).

Favor ler 2ª Coríntios 9:1-15)

Para não termos muitas perdas no dia da colheita, semeemos – ou melhor, demos – abundantemente durante a atual estação de semeadura (v.6; Lucas 6:38; Deuteronômio 15;10). O que Deus puser em nosso coração, façamos, e façamos alegremente. O que guardamos para nós mesmos não nos enriquecerá, e o que demos não nos empobrecerá jamais (Provérbios 28:27). A graça de Deus nos assegurará a provisão “sempre, em tudo” com “ampla suficiência” (v.8). Os versículos 11 a 14 nos lembram de que a generosidade desinteressada produz, nos que são ajudados, ações de graças a Deus e orações a favor dos ajudadores. Começando com um assunto que poderíamos julgar secundário, ou seja o se dar aos outros, o apóstolo dirige nosso pensamento para os mais gloriosos temas: a humilhação do Senhor (8:9); e o dom inefável de Deus (v.15). Aprendamos a passar dos pequenos fatos da vida cotidiana para as profundas verdades de nossa fé. Uma simples refeição, uma reunião familiar, um presente dado ou recebido com amor são oportunidades para dar graças a Deus e pensar no dom por excelência:aquele que o Deus de amor enviou ao mundo (João 3:16).
BOA SEMENTE 2000 19

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