Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Subi em obediência a uma revelação; e lhes expus o evangelho que prego entre os gentios, mas em particular aos que pareciam de maior influência, para de algum modo não correr, ou ter corrido, em vão
(Gálatas 2:2).
Favor ler Gálatas 2: 1-10
O relato que Paulo nos faz das circunstâncias de seu apostolado completa aquilo que sabemos dele do livro de Atos. Quando o Senhor confiou a Pedro a pregação do Evangelho aos judeus, Ele escolheu Paulo para pregar a mesmo Evangelho aos gentios (v.8). O seu encontro com os demais apóstolos não podia anular em chamado recebido do Senhor. Contudo, Paulo levou tão a serio a recomendação que eles lhe fizeram de lembrar-se dos pobres que isto chegou a ser, indiretamente, o motivo de seu encarceramento em Jerusalém (Atos 24:17). O que aprendemos dessas relações dos apóstolos entre si? Que devemos estimar o serviço dos demais e cuidar para não irmos alem do nosso, senão cumpri-lo sem desfalecer e sem fazer acepção de pessoas (v.6).
O livro de Atos confirma o quanto foi difícil para os primeiros cristãos de origem judaica se desligarem dos mandamentos: circuncisão e observância da lei. Foi realizada uma conferência em Jerusalém para tratar dessas questões (Atos 15). Mas Satanás não renuncia prontamente a uma arma da qual já se valeu com algum sucesso. Por sua vez, os gálatas, embora não sendo judeus haviam caído nessa armadilha, e Paulo se esforça em mostra-lhes o terrível perigo que isso envolvia.
Texto áureo: Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim (Gálatas 2:20).
Favor ler Gálatas 2:11-21
Em que consiste a gravidade desse retorno à lei? Por que Paulo o toma tão seriamente a ponto de reprovar Pedro publicamente por sua atitude equivocada? (vv.11- 14). É que o fato de encorajar os crentes a retornar ao judaísmo e a confiar nas obras estava, na realidade, dizendo que a obra do Senhor Jesus não era suficiente. Eis como muitos cristãos em nossos dias parecem pensar. Eles reconhecem, em princípio, o valor expiatório do sacrifício de Cristo, mas, ao mesmo tempo, fundamentam a salvação sobre suas próprias obras e sobre a prática de sua religião. Fazem o que podem e contam com Deus para o resto. Respondemos a eles com o versículo 16: “... o homem não é justificado por obras da lei, e, sim, mediante a fé em Cristo Jesus”. Um meio tão simples? Sim, mas proporcionado por uma Pessoa imensamente poderosa! É o “Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (v.20). Qual é a minha parte nesta obra? A que pode ter um morto, a saber, nenhuma. Tendo sido crucificado com Cristo, estou livre da lei e, “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”. Amigo leitor, a quem o Senhor ama, você pode fazer suas essas benditas declarações com toda a sinceridade ?
BOA SEMENTE 2000 24
(Gálatas 2:2).
Favor ler Gálatas 2: 1-10
O relato que Paulo nos faz das circunstâncias de seu apostolado completa aquilo que sabemos dele do livro de Atos. Quando o Senhor confiou a Pedro a pregação do Evangelho aos judeus, Ele escolheu Paulo para pregar a mesmo Evangelho aos gentios (v.8). O seu encontro com os demais apóstolos não podia anular em chamado recebido do Senhor. Contudo, Paulo levou tão a serio a recomendação que eles lhe fizeram de lembrar-se dos pobres que isto chegou a ser, indiretamente, o motivo de seu encarceramento em Jerusalém (Atos 24:17). O que aprendemos dessas relações dos apóstolos entre si? Que devemos estimar o serviço dos demais e cuidar para não irmos alem do nosso, senão cumpri-lo sem desfalecer e sem fazer acepção de pessoas (v.6).
O livro de Atos confirma o quanto foi difícil para os primeiros cristãos de origem judaica se desligarem dos mandamentos: circuncisão e observância da lei. Foi realizada uma conferência em Jerusalém para tratar dessas questões (Atos 15). Mas Satanás não renuncia prontamente a uma arma da qual já se valeu com algum sucesso. Por sua vez, os gálatas, embora não sendo judeus haviam caído nessa armadilha, e Paulo se esforça em mostra-lhes o terrível perigo que isso envolvia.
Texto áureo: Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim (Gálatas 2:20).
Favor ler Gálatas 2:11-21
Em que consiste a gravidade desse retorno à lei? Por que Paulo o toma tão seriamente a ponto de reprovar Pedro publicamente por sua atitude equivocada? (vv.11- 14). É que o fato de encorajar os crentes a retornar ao judaísmo e a confiar nas obras estava, na realidade, dizendo que a obra do Senhor Jesus não era suficiente. Eis como muitos cristãos em nossos dias parecem pensar. Eles reconhecem, em princípio, o valor expiatório do sacrifício de Cristo, mas, ao mesmo tempo, fundamentam a salvação sobre suas próprias obras e sobre a prática de sua religião. Fazem o que podem e contam com Deus para o resto. Respondemos a eles com o versículo 16: “... o homem não é justificado por obras da lei, e, sim, mediante a fé em Cristo Jesus”. Um meio tão simples? Sim, mas proporcionado por uma Pessoa imensamente poderosa! É o “Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (v.20). Qual é a minha parte nesta obra? A que pode ter um morto, a saber, nenhuma. Tendo sido crucificado com Cristo, estou livre da lei e, “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”. Amigo leitor, a quem o Senhor ama, você pode fazer suas essas benditas declarações com toda a sinceridade ?
BOA SEMENTE 2000 24