Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la ao dia de Cristo Jesus (Filipenses 1:6).
Favor ler Filipenses 1:1-18
Esta epístola tem sido chamada de o livro da experiência cristã, a qual pode ser resumida como segue: Cristo é suficiente para mim. Ele é minha vida (cap.1), meu exemplo (cap 2), meu alvo (cap.3), minha força e meu gozo (cap.4). Paulo não fala aqui como apóstolo ou mestre, mas simplesmente como um “servo de Jesus Cristo”. Como poderia reivindicar uma posição mais elevada que a que Seu mestre tomou? (2:7). Da solidão de sua prisão em Roma, ele escreve aos amados filipenses, dos quais conhecemos Lídia e o carcereiro (Atos 16). Seu profundo amor por eles (v.8) é revelado em suas orações. Observando o encadeamento de suas petições: amor, verdadeiro conhecimento, discernimento espiritual, andar puro e reto, fruto que permanece (vv.9-11).
Então ele lhes tranqüiliza acerca de seu aprisionamento. Este golpe que o inimigo pensava descarregar contra o Evangelho tinha contribuído, ao contrário, para seu progresso. A aberta oposição, levada a cabo para desencorajar as testemunhas do Senhor, geralmente tem o efeito de animá-las.
Qual é a atitude do apóstolo ao ouvir que o Evangelho estava, algumas vezes, sendo anunciado em circunstâncias muito questionáveis? Não manifesta impaciência ou crítica, nem, por outro lado, o desejo de associar-se a essas práticas. Só expressa sincero gozo ao ver que a obra de Deus se concretiza, quaisquer que sejam os instrumentos usados para atingir este propósito.
Texto áureo: Vivei, acima de tudo por modo digno do Evangelho de Cristo...Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de credes nele, pois tende o mesmo combate que vistes em mim e ainda agora ouvis que é o meu (Filipenses 1:27,29-30).
Favor ler Filipenses 1:19-30
O coração do homem está constituído de tal maneira que não pode permanecer vazio. Ele sente uma fome que o mundo, semelhantemente a um vasto armazém, se esmera em satisfazer, mediante uma variedade dos mais desejáveis produtos. Contudo, sabemos por experiência que, por mais atraente que seja uma vitrine de comida antes da refeição, a tentação cessa depois que nos alimentamos. Esta comparação um pouco familiar nos ajuda a recordar isto: nada exerce alguma atração sobre um coração cheio de Jesus. É o que acontecia com o apóstolo: Cristo era seu único objeto, sua única razão de viver. Quem ousaria aplicar a si mesmo o v. 21? Contudo, o progresso cristão consiste mais e mais na realização disto. Cristo era suficiente para Paulo, tanto para viver como para morrer. Diante destas alternativas, “ele não sabia o que escolher. Se morresse, ganharia a Cristo; se vivesse, serviria a Cristo”. O seu amor pelos santos lhe inclinava antes a permanecer na carne.
A defesa do Evangelho, como todo combate, implica sofrimento (1Tessalonicenses 2:2b). Mas estes sofrimentos são um dom da graça do Senhor, semelhante à salvação, um privilégio que Ele concede aos crentes (v.29). Em vez de nos compadecermos dos cristãos que são perseguidos, não deveríamos antes invejá-los? Pelo menos oremos em seu favor. Assim tomaremos parte com eles no combate pela verdade.
BOA SEMENTE 2001 34
Favor ler Filipenses 1:1-18
Esta epístola tem sido chamada de o livro da experiência cristã, a qual pode ser resumida como segue: Cristo é suficiente para mim. Ele é minha vida (cap.1), meu exemplo (cap 2), meu alvo (cap.3), minha força e meu gozo (cap.4). Paulo não fala aqui como apóstolo ou mestre, mas simplesmente como um “servo de Jesus Cristo”. Como poderia reivindicar uma posição mais elevada que a que Seu mestre tomou? (2:7). Da solidão de sua prisão em Roma, ele escreve aos amados filipenses, dos quais conhecemos Lídia e o carcereiro (Atos 16). Seu profundo amor por eles (v.8) é revelado em suas orações. Observando o encadeamento de suas petições: amor, verdadeiro conhecimento, discernimento espiritual, andar puro e reto, fruto que permanece (vv.9-11).
Então ele lhes tranqüiliza acerca de seu aprisionamento. Este golpe que o inimigo pensava descarregar contra o Evangelho tinha contribuído, ao contrário, para seu progresso. A aberta oposição, levada a cabo para desencorajar as testemunhas do Senhor, geralmente tem o efeito de animá-las.
Qual é a atitude do apóstolo ao ouvir que o Evangelho estava, algumas vezes, sendo anunciado em circunstâncias muito questionáveis? Não manifesta impaciência ou crítica, nem, por outro lado, o desejo de associar-se a essas práticas. Só expressa sincero gozo ao ver que a obra de Deus se concretiza, quaisquer que sejam os instrumentos usados para atingir este propósito.
Texto áureo: Vivei, acima de tudo por modo digno do Evangelho de Cristo...Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de credes nele, pois tende o mesmo combate que vistes em mim e ainda agora ouvis que é o meu (Filipenses 1:27,29-30).
Favor ler Filipenses 1:19-30
O coração do homem está constituído de tal maneira que não pode permanecer vazio. Ele sente uma fome que o mundo, semelhantemente a um vasto armazém, se esmera em satisfazer, mediante uma variedade dos mais desejáveis produtos. Contudo, sabemos por experiência que, por mais atraente que seja uma vitrine de comida antes da refeição, a tentação cessa depois que nos alimentamos. Esta comparação um pouco familiar nos ajuda a recordar isto: nada exerce alguma atração sobre um coração cheio de Jesus. É o que acontecia com o apóstolo: Cristo era seu único objeto, sua única razão de viver. Quem ousaria aplicar a si mesmo o v. 21? Contudo, o progresso cristão consiste mais e mais na realização disto. Cristo era suficiente para Paulo, tanto para viver como para morrer. Diante destas alternativas, “ele não sabia o que escolher. Se morresse, ganharia a Cristo; se vivesse, serviria a Cristo”. O seu amor pelos santos lhe inclinava antes a permanecer na carne.
A defesa do Evangelho, como todo combate, implica sofrimento (1Tessalonicenses 2:2b). Mas estes sofrimentos são um dom da graça do Senhor, semelhante à salvação, um privilégio que Ele concede aos crentes (v.29). Em vez de nos compadecermos dos cristãos que são perseguidos, não deveríamos antes invejá-los? Pelo menos oremos em seu favor. Assim tomaremos parte com eles no combate pela verdade.
BOA SEMENTE 2001 34