Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: ...o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus meu Senhor (Filipenses 3:7-8).
Favor ler Filipenses 3:1-11
Além de homens de Deus como Timóteo e Epafrodito, que deviam ser recebidos e honrados (2;29; 1ª Corintios 16:15-18), havia também “maus obreiros” em relação aos quais era necessário acautelar-se. Estes pregavam a religião de obras, a qual leva o homem a confiar na carne e a se alimentar da consideração dos homens. Mas se alguém possuía títulos humanos que podia fazer valer, esse era precisamente Paulo, judeu que pertencia ao círculo mais elevado, grande respeitador da doutrina judaica e zeloso no que diz respeito à lei...Ele descreve todas essas vantagens como em um grande livro de contabilidade, desenha uma linha debaixo de tudo e escreve a palavra “perda”. Do mesmo modo que basta que o sol se levante para fazer desaparece gradualmente todas as estrelas, um único Nome, o de Cristo glorificado, oculta desde então todas as pobres vaidades terrenas de coração humano; elas são contadas não apenas como sem valor, mas com “refugo”. E não é um grande sacrifício renunciar a algo que se considera um monte de lixo. Que o Senhor ensine a nos despojar alegremente - como Bartimeu fez quando lançou fora a sua capa -de tudo aquilo que consideramos para nossa própria reputação e justiça (mas que não é mais que “o Eu consertado e polido” – J.N.Darby). Este é o preço de poder de renuncia, sofrimento e morte, mas também de ressurreição (Mateus 16:21,24).
Texto áureo: Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faça: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Filipenses 3: 13-14).
Favor ler Filipenses 3:12-21
Em geral, os homens que realizam algo importante no mundo são aqueles dominados por uma única paixão. Seja uma questão de conquistar os pólos, de ganhar o prêmio Nobel ou de combater um invasor, sempre se acham homens de ação prontos a sacrificar tudo por uma grande causa. Assim aconteceu a Paulo depois que Cristo o conquistou (comparar Jeremias 20:7). Ele sabia que estava completamente comprometido na carreira cristã e, como perfeito atleta, mantinha diligentemente seu trajeto, sem se desviar ou olhar para trás, pensando só no prêmio a ser ganho no final (leia 2ª Timóteo 4:7). Aqui ele se oferece para nos servir de treinador, convidando-nos a seguir seus passos (v.17). Como ele, esqueçamos as coisas que ficam para trás: nossos sucessos, dos quais podemos orgulhar-nos. Por outro lado, esforcemo-nos em alcançar o alvo com toda a nosso força, porque esta corrida com obstáculos não é por certo, um passeio. É coisa séria, e o que está em jogo é de vital importância.
Quão inconsistente é para um cristão que tem sua cidadania no céu voltar seus pensamentos para as coisas terrenas (v.20). Do que falam dois compatriotas que se encontram no estrangeiro? Do seu país! Devemos ter sempre o mesmo sentimento (v.15) ao falar dos gozos da cidade celestial com outros cristãos.
BOA SEMENTE 2001 36
Favor ler Filipenses 3:1-11
Além de homens de Deus como Timóteo e Epafrodito, que deviam ser recebidos e honrados (2;29; 1ª Corintios 16:15-18), havia também “maus obreiros” em relação aos quais era necessário acautelar-se. Estes pregavam a religião de obras, a qual leva o homem a confiar na carne e a se alimentar da consideração dos homens. Mas se alguém possuía títulos humanos que podia fazer valer, esse era precisamente Paulo, judeu que pertencia ao círculo mais elevado, grande respeitador da doutrina judaica e zeloso no que diz respeito à lei...Ele descreve todas essas vantagens como em um grande livro de contabilidade, desenha uma linha debaixo de tudo e escreve a palavra “perda”. Do mesmo modo que basta que o sol se levante para fazer desaparece gradualmente todas as estrelas, um único Nome, o de Cristo glorificado, oculta desde então todas as pobres vaidades terrenas de coração humano; elas são contadas não apenas como sem valor, mas com “refugo”. E não é um grande sacrifício renunciar a algo que se considera um monte de lixo. Que o Senhor ensine a nos despojar alegremente - como Bartimeu fez quando lançou fora a sua capa -de tudo aquilo que consideramos para nossa própria reputação e justiça (mas que não é mais que “o Eu consertado e polido” – J.N.Darby). Este é o preço de poder de renuncia, sofrimento e morte, mas também de ressurreição (Mateus 16:21,24).
Texto áureo: Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faça: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Filipenses 3: 13-14).
Favor ler Filipenses 3:12-21
Em geral, os homens que realizam algo importante no mundo são aqueles dominados por uma única paixão. Seja uma questão de conquistar os pólos, de ganhar o prêmio Nobel ou de combater um invasor, sempre se acham homens de ação prontos a sacrificar tudo por uma grande causa. Assim aconteceu a Paulo depois que Cristo o conquistou (comparar Jeremias 20:7). Ele sabia que estava completamente comprometido na carreira cristã e, como perfeito atleta, mantinha diligentemente seu trajeto, sem se desviar ou olhar para trás, pensando só no prêmio a ser ganho no final (leia 2ª Timóteo 4:7). Aqui ele se oferece para nos servir de treinador, convidando-nos a seguir seus passos (v.17). Como ele, esqueçamos as coisas que ficam para trás: nossos sucessos, dos quais podemos orgulhar-nos. Por outro lado, esforcemo-nos em alcançar o alvo com toda a nosso força, porque esta corrida com obstáculos não é por certo, um passeio. É coisa séria, e o que está em jogo é de vital importância.
Quão inconsistente é para um cristão que tem sua cidadania no céu voltar seus pensamentos para as coisas terrenas (v.20). Do que falam dois compatriotas que se encontram no estrangeiro? Do seu país! Devemos ter sempre o mesmo sentimento (v.15) ao falar dos gozos da cidade celestial com outros cristãos.
BOA SEMENTE 2001 36