Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Pois estes mesmos, no tocante a nós proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro (1ª Tessalonicenses 1:9).
Favor ler 1ª Tessalonicenses 1:1-10
Atos 17 nos relata a curta visita de Paulo e Silas (ou Silvano v.1) a Tessalônica, onde ele havia proclamado e vivido o Evangelho (v.5). E os tessalonicenses, tendo-o recebido (v.6), por sua vez o praticavam. Sua obra era uma prova de fé (comparar Tiago 2:18); seu trabalho confirmava seu amor, sua paciência proclamava qual era a grande esperança que por si só podia sustentá-lo (v.3). O resultado foi que todo o mundo sabia que existiam cristãos em Tessalônica (v.7). Em minha vizinhança ou em meu lugar de trabalho todos sabem que sou crente? A conversão é o sinal público do novo nascimento, é a mudança de direção visível que corresponde à vida divina recebida na alma. Quando uma pessoa dá meia-volta, não tem mais os mesmos objetivos diante de si (Gálatas 4:8-9). Daí em diante, os tessalonicenses deram as costas aos falsos e inanimados ídolos, para contemplar e servir a um Deus vivo, o Deus verdadeiro.
Os ídolos de madeira ou pedra do mundo pagão cederam lugar aos ídolos mais refinados do mundo cristianizado. Mas continua sendo verdadeiro que ninguém pode servir a dois senhores (Lucas 16:13). A quem servimos: a Deus ou às nossas cobiças? A quem estamos esperando: ao filho de Deus ou à ira vindoura?
Texto áurio: Apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousadia confiança em nosso Deus, para vos anunciar o Evangelho de Deus, em meio de muita luta (1ª Tessalonicenses 2:2).
Favor ler 1ª Tessalonicenses 2:1-12
Os ultrajes e os maus-tratos padecidos por Paulo e Silva em Filipos (Atos 16:12-40), longe de desanimá-los, os impulsionaram a anunciar o Evangelho com ousadia. A furiosa reação do adversário provava precisamente que o trabalho deles não tinha sido em vão (v.1). Admais, eles não fizeram uso de nenhum dos métodos habituais da propaganda humana: sedução, fraude, bajulações e desejo de agradar; como escreveu o apóstolo aos coríntios: “...em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Coríntios 2:17). Com muita freqüência, hoje em dia, o Evangelho é apresentado sob um aspecto atraente e sentimental ou como o complemento de uma obra social! O ministério de Paulo tampouco foi inspirado por um dos três grandes motivos da atividade humana: busca de glória pessoal, satisfação da carne e aquisição material. Pelo contrário, os sofrimentos do apóstolo testificavam completo desinteresse pessoal (ver atos 20:35). Dois sentimentos o animavam: a continua preocupação de agradar a Deus(v.4) e o amor por aqueles que se tinham tornado “seus filhos”. Como uma mãe, ele lhes havia alimentado e cuidado com ternura (v.7). Como um pai, ele os exortava, consolava e ensinava a andar (vv.11-12). Mas antes de tudo queria que eles tivessem plena consciência de suas relações com Deus. Que posição a deles... e a nossa! Deus nos chama nada menos que para Seu próprio reinos e glória.
BOA SEMENTE 2001 42
Favor ler 1ª Tessalonicenses 1:1-10
Atos 17 nos relata a curta visita de Paulo e Silas (ou Silvano v.1) a Tessalônica, onde ele havia proclamado e vivido o Evangelho (v.5). E os tessalonicenses, tendo-o recebido (v.6), por sua vez o praticavam. Sua obra era uma prova de fé (comparar Tiago 2:18); seu trabalho confirmava seu amor, sua paciência proclamava qual era a grande esperança que por si só podia sustentá-lo (v.3). O resultado foi que todo o mundo sabia que existiam cristãos em Tessalônica (v.7). Em minha vizinhança ou em meu lugar de trabalho todos sabem que sou crente? A conversão é o sinal público do novo nascimento, é a mudança de direção visível que corresponde à vida divina recebida na alma. Quando uma pessoa dá meia-volta, não tem mais os mesmos objetivos diante de si (Gálatas 4:8-9). Daí em diante, os tessalonicenses deram as costas aos falsos e inanimados ídolos, para contemplar e servir a um Deus vivo, o Deus verdadeiro.
Os ídolos de madeira ou pedra do mundo pagão cederam lugar aos ídolos mais refinados do mundo cristianizado. Mas continua sendo verdadeiro que ninguém pode servir a dois senhores (Lucas 16:13). A quem servimos: a Deus ou às nossas cobiças? A quem estamos esperando: ao filho de Deus ou à ira vindoura?
Texto áurio: Apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousadia confiança em nosso Deus, para vos anunciar o Evangelho de Deus, em meio de muita luta (1ª Tessalonicenses 2:2).
Favor ler 1ª Tessalonicenses 2:1-12
Os ultrajes e os maus-tratos padecidos por Paulo e Silva em Filipos (Atos 16:12-40), longe de desanimá-los, os impulsionaram a anunciar o Evangelho com ousadia. A furiosa reação do adversário provava precisamente que o trabalho deles não tinha sido em vão (v.1). Admais, eles não fizeram uso de nenhum dos métodos habituais da propaganda humana: sedução, fraude, bajulações e desejo de agradar; como escreveu o apóstolo aos coríntios: “...em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Coríntios 2:17). Com muita freqüência, hoje em dia, o Evangelho é apresentado sob um aspecto atraente e sentimental ou como o complemento de uma obra social! O ministério de Paulo tampouco foi inspirado por um dos três grandes motivos da atividade humana: busca de glória pessoal, satisfação da carne e aquisição material. Pelo contrário, os sofrimentos do apóstolo testificavam completo desinteresse pessoal (ver atos 20:35). Dois sentimentos o animavam: a continua preocupação de agradar a Deus(v.4) e o amor por aqueles que se tinham tornado “seus filhos”. Como uma mãe, ele lhes havia alimentado e cuidado com ternura (v.7). Como um pai, ele os exortava, consolava e ensinava a andar (vv.11-12). Mas antes de tudo queria que eles tivessem plena consciência de suas relações com Deus. Que posição a deles... e a nossa! Deus nos chama nada menos que para Seu próprio reinos e glória.
BOA SEMENTE 2001 42