Tuesday, October 03, 2006
MEDITANDO NAS CARTAS DE PAULO
Texto áureo: Ora o intuito da presente admoestação visa o amor que procede de coração puro e de consciência boa e de fé sem hipocrisia (1ª Timóteo 1:5).
Favor ler 1ª Timóteo 1:1-11
Conhecemos Timóteo no capítulo 16 de Atos. Preciosos eram os vínculos de Paulo com seu “verdadeiro filho na fé”. Contudo, ele lhe escreve na qualidade de apóstolo, para enfatizar a autoridade que ele lhe confere. A esse jovem discípulo foi confiada uma difícil tarefa.: conduzir cada um à maneira em que deve proceder na igreja (3:15). Um mandamento, cujo fim era o amor, tinha sido dado a ele. Do mesmo modo que os tribunais não são para as pessoas honestas, a lei não é mais pertinente aos justificados (v.9). O conveniente de aí em diante é o amor, cuja fonte está em Deus. Este foi derramado em nosso coração pelo Espírito (Romanos 5:5). Para que não permaneça em nós como água estancada, mas antes flua através de nós e jorre para o proveito dos demais, nenhum canal deve estar obstruído. O amor brota de um “coração puro”: o qual está desvencilhado de todo ídolo; de uma “consciência boa”: a qual não tem nada pelo que condenar em si mesma (Atos 24:16); e de uma “fé sem hipocrisia”.: livre de toda a forma de hipocrisia (2ª Timóteo 1:5). Se essas condições não são cumpridas, o nosso cristianismo não será nada mais que uma “loquacidade frívola”(v.6).
Quão maravilhoso é o contraste entre a lei que amaldiçoa o pecador e a graça que o transporta ao goza da glória e da felicidade de Deus!
Texto áureo: Sou grato para com aquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim que noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia..... (1ª Timóteo 112-131).
Favor ler 1ª Timóteo 1:12-20
Se alguém podia comparar a servidão da lei com o Evangelho da graça, por certo este era o fariseu Saulo de Tarso, que chegou a ser o apóstolo Paulo. A sua fidelidade à lei de maneira alguma o impediu de ser o principal dos pecadores. Não havia ele perseguido ao Senhor Jesus quando tão duramente perseguia àqueles que lhe pertenciam? Sem falsa humildade, ele se declara o pior de todos os pecadores enumerados nos vv.9-10. Mas foram precisamente os culpados, e não os justos, que Jesus Cristo veio salvar (Mateus 9:13). Desde que o principal dos pecadores tenha sido salvo, ninguém pode considerar-se demasiado pecador para não se beneficiar da graça. “Obtive misericórdia”, exclama o apóstolo duas vezes (vv.23 e 16). Ele mede a grandeza dessa misericórdia com a magnitude de sua própria misericórdia condição e espontaneamente se eleva à adoração (v.17).
Se com freqüência gozamos tão pouco de graça, talvez seja porque a nossa convicção de pecado não tem sido suficientemente profunda. “Aquele a quem pouco se perdoa” – ou pelos menos quem assim pensa – “pouco ama” (Lucas 7:47). E você amigo, que ainda permanece indiferente, a paciência do Senhor tem sido manifestada a você também, até agora. Não O faça esperar mais tempo. Talvez amanhã seja muito tarde.
BOA SEMENTE 2001 48
Favor ler 1ª Timóteo 1:1-11
Conhecemos Timóteo no capítulo 16 de Atos. Preciosos eram os vínculos de Paulo com seu “verdadeiro filho na fé”. Contudo, ele lhe escreve na qualidade de apóstolo, para enfatizar a autoridade que ele lhe confere. A esse jovem discípulo foi confiada uma difícil tarefa.: conduzir cada um à maneira em que deve proceder na igreja (3:15). Um mandamento, cujo fim era o amor, tinha sido dado a ele. Do mesmo modo que os tribunais não são para as pessoas honestas, a lei não é mais pertinente aos justificados (v.9). O conveniente de aí em diante é o amor, cuja fonte está em Deus. Este foi derramado em nosso coração pelo Espírito (Romanos 5:5). Para que não permaneça em nós como água estancada, mas antes flua através de nós e jorre para o proveito dos demais, nenhum canal deve estar obstruído. O amor brota de um “coração puro”: o qual está desvencilhado de todo ídolo; de uma “consciência boa”: a qual não tem nada pelo que condenar em si mesma (Atos 24:16); e de uma “fé sem hipocrisia”.: livre de toda a forma de hipocrisia (2ª Timóteo 1:5). Se essas condições não são cumpridas, o nosso cristianismo não será nada mais que uma “loquacidade frívola”(v.6).
Quão maravilhoso é o contraste entre a lei que amaldiçoa o pecador e a graça que o transporta ao goza da glória e da felicidade de Deus!
Texto áureo: Sou grato para com aquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim que noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia..... (1ª Timóteo 112-131).
Favor ler 1ª Timóteo 1:12-20
Se alguém podia comparar a servidão da lei com o Evangelho da graça, por certo este era o fariseu Saulo de Tarso, que chegou a ser o apóstolo Paulo. A sua fidelidade à lei de maneira alguma o impediu de ser o principal dos pecadores. Não havia ele perseguido ao Senhor Jesus quando tão duramente perseguia àqueles que lhe pertenciam? Sem falsa humildade, ele se declara o pior de todos os pecadores enumerados nos vv.9-10. Mas foram precisamente os culpados, e não os justos, que Jesus Cristo veio salvar (Mateus 9:13). Desde que o principal dos pecadores tenha sido salvo, ninguém pode considerar-se demasiado pecador para não se beneficiar da graça. “Obtive misericórdia”, exclama o apóstolo duas vezes (vv.23 e 16). Ele mede a grandeza dessa misericórdia com a magnitude de sua própria misericórdia condição e espontaneamente se eleva à adoração (v.17).
Se com freqüência gozamos tão pouco de graça, talvez seja porque a nossa convicção de pecado não tem sido suficientemente profunda. “Aquele a quem pouco se perdoa” – ou pelos menos quem assim pensa – “pouco ama” (Lucas 7:47). E você amigo, que ainda permanece indiferente, a paciência do Senhor tem sido manifestada a você também, até agora. Não O faça esperar mais tempo. Talvez amanhã seja muito tarde.
BOA SEMENTE 2001 48